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 Amazônia não será "coleção de árvore", diz Jobim

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Anderson



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MensagemAssunto: Amazônia não será "coleção de árvore", diz Jobim   Qua Jul 02, 2008 12:55 pm

Amazônia não será "coleção de árvore", diz Jobim

EDUARDO SCOLESE

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA



Em audiência ontem na Câmara, o ministro Nelson Jobim (Defesa) disse que a região amazônica não pode ser uma "coleção de árvores" para estrangeiros e que, para transformá-la numa "reserva ambiental absoluta", seria necessário matar seus 21 milhões de habitantes.

"A Amazônia não pode ser uma coleção de árvores para o lazer de estrangeiros", disse o ministro aos integrantes da Comissão de Agricultura da Casa. "Porque, se nós considerarmos a Amazônia como uma reserva ambiental absoluta, nós precisamos matar os 21 milhões de pessoas que moram lá."

Ainda sobre a proteção da região amazônica, o ministro declarou que o tema não deve ser tratado como uma questão policial, e sim econômica.

Questionado sobre a necessidade de reaparelhamento das Forças Armadas, o ministro da Defesa afirmou que tem discutido com a Petrobras o pagamento pelos serviços de proteção às suas plataformas marítimas.

"Se diz que as Forças Armadas têm que proteger, evidentemente, o petróleo nacional, a soberania, as riquezas do país, não tenho a mínima dúvida. No momento em que as Forças Armadas asseguram e dão garantia aos postos [plataformas] de petróleo da Petrobras, as ações da Petrobras têm um valor, o valor que é agregado pela segurança fornecida pelas Forças. Logo ela tem que remunerar, por que isso é serviço prestado", afirmou Jobim.





Embaixador diz que Colômbia e Brasil negociam plano de defesa

Segundo colombiano, países planejam construção de base militar na fronteira

CLAUDIO DANTAS SEQUEIRA

DA REPORTAGEM LOCAL



O embaixador da Colômbia no Brasil, Tony Jozame Amar, afirmou ontem que os governos de ambos os países negociam um plano de defesa da fronteira na Amazônia, com a possível construção de uma base militar conjunta. "Há intenção de se construir uma base militar ou postos de vigilância ao longo da fronteira. O que for possível tecnicamente, onde for mais estratégico", disse.

Segundo o diplomata, "o plano estratégico" incluiria cláusulas secretas. "Há matérias reservadas que nem eu conheço."

Jozame espera que o tema entre na agenda do encontro entre os presidentes Lula e Álvaro Uribe, na cidade colombiana de Letícia, em 19 de julho. "É preciso empregar todos os meios tecnológicos disponíveis para combater o narcotráfico e a guerrilha", afirmou.

A ação combinada surge da constatação de que as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) têm buscado refúgio na fronteira com Brasil, Equador e Venezuela.

O diplomata se disse "contente" com a disposição do governo Lula de impedir a entrada de guerrilheiros em território brasileiro. Recentemente, o ministro Nelson Jobim (Defesa) disse que receberia à bala qualquer guerrilheiro que cruzasse a fronteira. E o chanceler Celso Amorim, que o o governo não reconhecerá às Farc o status de força beligerante.

"Se vocês analisam as frases de Amorim e Jobim, elas correspondem ao que nosso governo pensa. Para mim significa que o Brasil está decidido a não deixar as Farc entrarem", disse.

A cooperação, porém, se limitaria ao plano bilateral. Segundo o embaixador, Uribe insiste em não integrar o Conselho Sul-americano de Defesa. Em maio, Uribe condicionou sua participação ao reconhecimento das Farc como grupo terrorista por todos os países.



Jozame recolocou o problema. "Nós chamamos de terroristas. Há países que não querem fazê-lo, pois acham que isso não contribui para a paz. Nós respeitamos." Para ele, o problema são os que toleram e "não têm determinação de atacar" os integrantes das Farc que cruzam a fronteira.
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