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 O governo debaterá a punição de militares por tortura no REGIME MILITAR

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Anderson



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MensagemAssunto: O governo debaterá a punição de militares por tortura no REGIME MILITAR   Qua Jul 30, 2008 12:39 am

O governo debaterá a punição de militares por tortura

Quando as FFAA eram comandadas por homens, os chefes militares pensavam assim:
“Estaremos sempre solidários com aqueles que, na hora de agressão e da adversidade, cumpriram o duro dever de se opor a agitadores e terroristas, de armas na mão, para que a Nação não fosse levada à anarquia”.
Gen Ex Walter Pires de Carvalho e Albuquerque, ex-Min Exército.

Atualmente quando as FFAA são comandadas por uns debiloides, frouxos, covardes, omissos, a tropa é entregue ao deus-dará; todo mundo ataca os militares e não se levanta uma voz para defendê-los. Os comandantes militares preferem se fazerem de desentendidos, tais e quais o Comandante em Chefe das Forças Armadas, uma jamanta ignorante, que mente a vida toda, que não sabe de nada, que nada viu e tem raiva de quem sabe.

São os tempos. Tempos de homens; e tempos de vendilhões da Pátria!

José Geraldo Pimentel
Cap Ref EB


No Paredão

Notícia veiculada em periódico do dia 24 de julho do corrente destaca que, “o governo debaterá a punição de militares por tortura”.
A “inocente” pantomima terá como pano de fundo um seminário de pomposo e parcial nome “Limites e possibilidades para a responsabilização jurídica dos agentes violadores de direitos humanos durante estado de exceção no Brasil”, circo que terá lugar em 31 de julho, no Ministério da Justiça, e será perpetrado à custa do desgoverno e sob os auspícios da Comissão de Anistia, aquela que julga casos de reparação econômica para perseguidos políticos, reconhecida entidade federal de decantada “imparcialidade”.
O Tribunal de inquisição tem o prestimoso e candente aval do próprio Ministro da Justiça e do “magnânimo” Ministro da Secretária de Direitos Humanos, Sr. Paulo Vannuchi, os quais formam uma dupla de respeito no que se refere à desmoralização sistemática do Estamento Militar.
A esquerda governista possui na sua agenda um elenco de temas engatilhados, os quais, rotineiramente, deflagra, com o fito de achincalhar, ainda mais, as Forças Armadas, e à medida que se fortalece, sempre que pode, e seja oportuno, desfecha ataques diretos, pouco se importando se os assuntos já são batidos e velhos conhecidos.
A mesma mentira repetida à exaustão torna - se uma verdade.
Diuturnamente, o lulo - petismo cata os “esqueletos do Araguaia”, revive a fantasiosa “Operação Condor”, divulga a “participação dos EUA na Contra - Revolução de 1964”, reverbera propostas para o “fim da Anistia”, e assim por diante. Em quase todos os casos e, em alguns, descaradamente falsos, alega como motivação, o resgate da história, a busca da verdade ou da justiça; noutras, não havendo espaço para enganações, a “pièce de résistance”, por si só, é por demais gritante para ser dourada com falsas alegações, é puro e cristalino revanchismo.
Em nenhum dos casos aventa - se a hipótese de vasculhar o outro lado. De fato, pela inépcia das FFAA, a questão passou a ter somente um lado, uma versão.
A nova, impune e festejada investida faz parte de um roteiro que parece não ter fim, e dominando, despudoradamente, todos os escaninhos do poder não ficaríamos surpresos, se, num belo dia, obtivessem êxito nas suas pretensões. Este seminário parece ser o momento propício, pois predominando a hipótese de não acusar ou não imputar a responsabilidade sobre os militares, certamente, voltarão à carga, até a exaustão. Ao contrário, se obtiverem êxito, e o cenário está montado para isso, o fuzilamento será inevitável. Teremos uma terrível caça às bruxas.
Portanto, é transparente que a esquerda nada tem a perder, ou melhor, tem tudo a ganhar.
O revanchismo da esquerda é como uma caçada a um animal ferido, mais dia menos dia, o caçador alcançará a presa. Acreditamos que a cada avanço do desgoverno petista, real patrocinador da caçada, o alvo se encontra mais frágil, mais exposto, e em melhores condições de abate.
Não devemos esquecer nunca, de que este é o desgoverno que patrocina livros, financia filmes e peças de teatro, que aplaude novelas, que monta painéis e seminários, que participa de eventos públicos, de execração dos militares. Este é o governicho das desculpas pelos atos ignominiosos praticados contra os militares.
Meus desditosos amigos, para os golpes desfechados às nossas vistas, lamentamos; às vezes, gememos e, em desespero, esperneamos.
Contudo, deveríamos nos debulhar em sentidas lágrimas ao imaginar o que deverá estar ocorrendo nas escolas, nas faculdades, nas aulas de Direito, de Jornalismo, de História e, em tantas outras cátedras, onde docentes, mancomunados com a ideologia marxista, destilam idéias esdrúxulas e coniventes, apregoando a desmoralização total das Forças Armadas.
Deveríamos, hoje, defender até às últimas conseqüências, as nossas escolas militares, nossas derradeiras “ratio Regis”, os Colégios Militares, a Escola Preparatória, a Escola de Sargentos das Armas, a Escola de Administração, os CPOR/NPOR, e, até mesmo, as de nível mais elevado, a ECEME, a ESG, e outras, onde notícias de rodapé nos alertam que o inimigo já adentrou ou tenta, despudoradamente, influir nos seus currículos.
Pelo andar da carruagem, é fácil percebermos que os militares estão no paredão, só falta a ordem de fogo ou de linchamento.
Inocente aquele que acreditar no alto índice de credibilidade pública, para reverter um julgamento de cartas marcadas, ou que as autoridades governamentais, esclarecidas de que as Forças Armadas de uma nação fazem parte de sua História, deixarão de incentivar a ignominiosa perseguição, pois sem dúvida, ela faz parte de um plano maior de dominação.

Brasília, DF, 25 de julho de 2008

Gen. RI Bda Valmir Fonseca AZEVEDO Pereira

http://www.jgpimentel.com.br
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SYLVIO



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MensagemAssunto: Re: O governo debaterá a punição de militares por tortura no REGIME MILITAR   Sex Ago 01, 2008 6:33 pm

Mas aquela Lei de anistia, anistiou somente os matadores guerrilheiros, assaltantes de bancos e terroristas daquela época? Se alguns militares cometeram exageros nas tecnicas de conseguir informações de presos usando metodos poucos convencionais, que dirá o tão festejado ex-capitão Carlos Lamarca que sem querer saber de nenhuma informação matou um jovem tenente com dezenas de coronhadas desfaçelando a cabeça do pobre. E ele ainda tem o direito de ter a familia recebendo indenização.
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SYLVIO



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MensagemAssunto: Re: O governo debaterá a punição de militares por tortura no REGIME MILITAR   Sex Ago 01, 2008 6:37 pm

LEI Nº 6.683 - DE 28 DE AGOSTO DE 1979 - DOU DE 28/8/79 – Lei da Anistia

Concede anistia e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Faço saber que o congresso nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º

Art. 1º É concedida anistia a todos quantos, no período compreendido entre 02 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, cometeram crimes políticos ou conexo com estes, crimes eleitorais, aos que tiveram seus direitos políticos suspensos e aos servidores da Administração Direta e Indireta, de fundações vinculadas ao poder público, aos Servidores dos Poderes Legislativo e Judiciário, aos Militares e aos dirigentes e representantes sindicais, punidos com fundamento em Atos Institucionais e Complementares .

§ 1º Consideram-se conexos, para efeito deste artigo, os crimes de qualquer natureza relacionados com crimes políticos ou praticados por motivação política.

§ 2º Excetuam-se dos benefícios da anistia os que foram condenados pela prática de crimes de terrorismo, assalto, seqüestro e atentado pessoal.

§ 3º Terá direito à reversão ao Serviço Público a esposa do militar demitido por Ato Institucional, que foi obrigada a pedir exoneração do respectivo cargo, para poder habilitar-se ao montepio militar, obedecidas as exigências do art. 3º.
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