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 Alguém ´sabe onde está o repórter Boris Casóis?

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Andbyrio



Número de Mensagens : 32
Idade : 50
Data de inscrição : 23/04/2008

MensagemAssunto: Alguém ´sabe onde está o repórter Boris Casóis?   Sex Maio 02, 2008 4:16 pm

Fui expulso da televisão por mando do LULA, devido essa entrevista:

veja no You tube.

https://www.youtube.com/watch?v=WkZxfTcS5Aw&feature=related

Andbyrio
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Anderson



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MensagemAssunto: Re: Alguém ´sabe onde está o repórter Boris Casóis?   Sex Maio 02, 2008 7:48 pm

é assim que o governo faz agora???

falo o que não devia perde o emprego????

boris na record e Cid Moreira na globo, que coisa heim????? &O
estou boqui aberto


Última edição por Anderson em Sab Maio 03, 2008 5:59 pm, editado 2 vez(es)
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SYLVIO



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MensagemAssunto: Re: Alguém ´sabe onde está o repórter Boris Casóis?   Sab Maio 03, 2008 4:46 pm

Olha ai o que garimpei.....

Ps. O Alexandre Garcia não saiu da Globo. apresentou o JN Ontem....


O caso Casoy
por Ipojuca Pontes em 10 de abril de 2006

Resumo: O caso Casoy lembra, até certo ponto, o do jornalista Carlos Blanqui, editor do “Revolución”, jornal de grande importância na Cuba pós-revolucionária, de início comprometido com a busca da verdade.

© 2006 MidiaSemMascara.org


É muito estranho e mesmo deplorável o caso de Boris Casoy, o mais confiável âncora da televisão brasileira, de fato, um apresentador em quem se podia acreditar. Casoy, que não tem diploma de jornalista, dirigiu com eficiência a Folha de São Paulo nos anos 1970/80, depois se voltou para o telejornalismo no SBT, convidado por Silvio Santos e, há oito anos, ingressou na Rede Record de Televisão, onde, no Jornal da Record, entre 20:15 h. e 21 h., protegia o seu numeroso público das mentiras oficiais e extra-oficiais que trafegam livremente em algumas emissoras, em especial na que lidera a audiência do noticiário televisivo.


O âncora da Record era uma mistura cabocla de Walter Cronkite com Tom Brokaw, na antiga CBS News, em Nova York, conduzindo um gênero de jornalismo que requer personalidade, conhecimento e segurança ao narrar, anunciar ou comentar a notícia. Com anos de experiência como editor de jornal, Boris Casoy tinha o sentimento dos fatos, era objetivo, corajoso, sabia contemporizar, mas não perdia o senso da integridade, uma virtude rara em qualquer forma ou escala de jornalismo. Querem um exemplo? Na campanha presidencial, em 2002, entrevistando o candidato Lula da Silva, foi o único entrevistador a interrogar o atual presidente sobre as ligações deste com o Foro de São Paulo e as FARC, citando como fonte uma denúncia feita pelo poeta Armando Valladares, o “prisioneiro de consciência” da Anistia Internacional. (Como resposta, à época, julgando-se ofendido e não tendo como se explicar, Lula preferiu partir para o ataque, afirmando que o poeta-mártir - torturado durante 22 anos por Fidel Castro, nas masmorras da ilha-cárcere - “não passava de um picareta”).


Alçado ao Poder, em 2003, o esquema de Lula - o homem da Ancinav e do Conselho Federal de Jornalismo, peças básicas e ainda não sepultadas na conjectura da construção de uma “democracia direta” totalitária - passou a pressionar de forma intermitente os patrões de Casoy, para colocá-lo no olho da rua. O dito esquema só aliviou a barra, pelo que se sabe, quando explodiu o caso Waldomiro Diniz, o braço esquerdo do Comissário Zé Dirceu especialista em tomar a grana dos bicheiros, contraventores e tutti quanti, ao que se diz, para enfiá-la no “caixa” de campanha. Antes, quando explodiu o escândalo do Banestado, ficou quase impossível falar nos nomes das personalidades oficiais envolvidas nas operações fraudulentas e até mesmo de mencionar a amizade de Lula com o seu hospedeiro, Roberto Teixeira, o agente de comissões e negócios junto às prefeituras de Ribeirão Preto e São José dos Campos.


Mas, a partir do estrondoso escândalo do mensalão, o PT e o governo retornaram a pressionar com violência a emissora da Igreja Universal para que o apresentador fosse demitido. Na verdade, desde 2004, com a veiculação da notícia, em tom crítico (“isto é uma vergonha!”), da compra ilegal de ingressos de show musical para arrecadar fundos de campanha para o PT, o Banco do Brasil, patrocinador do telejornal, atendeu a ordem superior e reduziu a cota de publicidade na emissora, que caiu, em números exatos, de R$ 1 milhão para R$ 300 mil mensais. Na retaliação, os anúncios foram retirados dos intervalos comerciais do noticiário e, a partir daí, programados em “inserções avulsas”. A decisão final de nocautear o arrojado âncora veio quando, em dezembro de 2005, ao assistir o resumo dos acontecimentos políticos do ano, empreendido por Casoy, um áulico do Planalto teria concluído o seguinte: “Com esse homem no ar não há hipótese de se pensar em reeleição”.


Sempre muito distinto, Casoy garantiu numa entrevista que nunca foi alvo de censura, enquanto esteve à frente do jornal da Record, pelos donos da emissora. Saiu, onze meses antes do término do contrato, segundo se afirmou, porque não concordava com o novo formato do noticiário a ser produzido - e, hoje, pelo que se vê, mero pastiche do que se faz de pior no telejornalismo da Globo.


Por outro lado, no Congresso, semana passada, reportando-se ao fato, o senador Antonio Carlos Magalhães, ativo coronel da política baiana, garantiu que Boris Casoy saiu da emissora pela vontade direta de Lula – informação que, curiosamente, não foi desmentida. De todo modo, o fato concreto é que o telespectador perdeu a apurada consciência crítica do âncora, uma “espiga de milho em meio ao cafezal” da acomodação que acode o noticiário televisivo. De Casoy e, verdade seja dita, também de sua assistente, Salete Lemos, depois de Joelmir Bething, a mais competente analista do noticiário econômico da televisão brasileira.


O caso Casoy lembra, até certo ponto, o do jornalista Carlos Blanqui, editor do “Revolución”, jornal de grande importância na Cuba pós-revolucionária, de início comprometido com a busca da verdade. Depois de algum tempo, vendo que Fidel Castro fazia da ilha um posto avançado da URSS enquanto baixava a mão nefasta da censura sobre os órgãos de comunicação, Blanqui passou a criticá-lo abertamente. Resultado: ameaçado, teve de fugir para a Itália, não sem antes lembrar ao tirano a divisa de Rosa Luxemburgo, segunda a qual “a liberdade apenas para os partidários do governo, ou somente para os membros do partido, não importa quão numerosos, não é liberdade – só é liberdade se o for para aquele que pensa diferentemente”.


E esta não é a legenda, ao que tudo indica, de Lula e aliados do tipo Tarso Genro ou Gushiken, que querem a imprensa funcionando em favor do governo, controlada por conselhos e comitês estatais, a punir ou marginalizar os discordantes, como Boris Casoy, por exemplo, uma figura incômoda que levava às massas a crua indignação em face dos escândalos diários que tornaram a vida pública brasileira alguma coisa parecida com a zona.
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SYLVIO



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MensagemAssunto: Re: Alguém ´sabe onde está o repórter Boris Casóis?   Sab Maio 03, 2008 4:49 pm

Silenciaram Boris Casoy. Quem? Por quê?
Carlos Chaparro

O XIS DA QUESTÃO - Quais as verdadeiras razões que levaram a Rede Record a silenciar Boris Casoy? A pergunta está entalada na goela de quem se informava e organizava seus pontos de vista ouvindo e vendo o telejornal apresentado por Boris Casoy. Ele se tornara voz de referência no nosso telejornalismo, com papel importante na discussão pública brasileira. As suas cutiladas críticas faziam parte de um acervo que interessava não apenas à Record, mas também à sociedade. Logo, os telespectadores têm direito a explicações, sobre as razões que levaram a Record a silenciar a voz de Boris Casoy.

1. Voz silenciada
Ainda é cedo para que sejam reveladas as verdadeiras razões que levaram a Rede Record a demitir Boris Casoy e a sua equipe. Salete Lemos também foi, por acréscimo. Por quê? Algum dia, alguém falará o que hoje ainda não pode ser dito. E quanto ao que foi dito até agora, não dá para engolir. O que se disse e foi publicado por aí é claramente uma versão desajeitada, simplória demais para uma rusga que, tanto nas causas quanto nas conseqüências, vai muito além das aparências.
Com a elegância que o caracteriza, Casoy pouco ou nada dirá, quando voltar da viagem em que se escondeu. Mas, de repente, quem sabe, no desdobramento de negociações que ainda virão (porque, nos rescaldos da briga, há grana alta em jogo), talvez solte revelações que justifiquem aquilo que agora temos vontade de dizer, imitando-o: “É uma vergonha!”
Neste, como em todos os casos de conflitos cabeludos, quando faltam informações, no lugar delas vicejam especulações. E a especulação mais insinuante que corre por aí, entre quem conhece bem os meandros da Record, é que alguém muito poderoso, com balas de alto calibre na agulha (verbas publicitárias, por exemplo), exigiu a cabeça de Boris Casoy, numa fase em que os ácidos comentários do apresentador se tornaram particularmente incômodos para o governo Lula.
Com a misteriosa demissão de Boris Casoy, fechou-se a única janela crítica do jornalismo da Record – e não vem ao caso ajuizamentos sobre o jeito de pensar e dizer do apresentador silenciado.
Quer se goste ou não dele, e das escolhas ideológicas que lhe marcaram o estilo e a personalidade profissional na televisão, a verdade é que Boris Casoy não pertencia apenas à Record. Era uma voz de referência no nosso telejornalismo, com papel importante na discussão pública brasileira. As notícias, as entrevistas e as cutiladas críticas de Boris Casoy faziam parte de um acervo que interessava não apenas à Record, mas também à sociedade. Logo, a sociedade tem direito a informações e explicações.

2. Faltam respostas
- Que razões levaram a Rede Record, aquela, a do bispo Edir Macedo, a demitir e a silenciar Boris Casoy?
A pergunta continua entalada na goela dos milhares de telespectadores que diariamente assistiam ao Jornal da Record apresentado por Boris Casoy, porque acreditavam nele. A resposta, porém, está bem escondida e protegida na intimidade dos bastidores.
Por falar em intimidade dos bastidores, vale a pena ler a coluna “Porandubas”, assinado por Gaudêncio Torquato, no site www.migalhas.com.br.
O professor e jornalista Gaudêncio Torquato é uma das pessoas atualmente mais bem informadas sobre as intimidades da política e da mídia brasileiras. Escreve bons artigos de análise política, aos domingos, na página dois do Estadão. Atua como prestigiado consultor nas áreas da comunicação institucional e do marketing político. Quando escreve e fala de política, sabe, portanto, o que diz e do que fala.
Vejam o que Torquato escreveu, em suas “Porandubas” desta semana, sobre o assunto Boris Casoy:
É verdade que Boris Casoy inaugurou um estilo de jorna-lismo na TV. E que o seu ciclo na TV Record poderia estar esgotado. Ou seja, fechou um ciclo. Boris tinha indepen-dência editorial para fazer pontuação forte sobre fatos e personagens. Mas a especulação sobre a teia de interesses políticos em torno do perfil polêmico de Casoy tem até sen-tido. O vice-presidente da República, José Alencar, perten-ce ao partido dominado pela Igreja Universal – PMR – Partido Municipalista Renovador. Alencar teria pretensões ambiciosas. Boris incomodava. Basta lembrar as cobranças que fazia sobre o affaire Santo André (assassinato do pre-feito Celso Daniel). O azeitamento da máquina televisiva faria parte da estratégia? Será que o jornalista não estava mais "rendendo" o que o grupo esperava dele? Será que se tornou um perfil caro? Ou a saída de BC foi apenas uma questão de rotina?
P.S. Urge acompanhar de perto – com olhos de águia - os movimentos da Igreja de Edir Macedo.

Talvez se possa dizer que a nota aí transcrita é um exercício especulativo. Mas um analista com as responsabilidades e a respeitabilidade de Gaudêncio Torquato não escreve à toa sobre assuntos de tal gravidade. Quem escreve uma nota dessas, sobre a qual coloca o peso do próprio nome, sabe bem o que diz e porque diz. Sabe, pelo menos, o suficiente para sustentar e comprovar o que insinua.
Entretanto, cabe repetir a pergunta:
- Quais as verdadeiras razões que levaram a Rede Record a silenciar Boris Casoy? Ou terá sido ele silenciado por algum poder oculto? - e é sempre bom lembrar que, quanto mais oculto, maior é o poder.
Alguém arriscaria respostas?
******
NOTA DE RODAPÉ – Aos eventualmente curiosos, o dicionário esclarece: poranduba é um termo do tupi, que significa notícia, informação, pergunta.

Cultura é tudo................
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MensagemAssunto: BORYS   Sab Maio 03, 2008 7:13 pm

........ ESSE GRANDE HOMEM, QUE NÃO TEM "PAPAS NA LINGUA", HOJE ESTÁ NA BAND, NO JORNAL DA NOITE;
........... CLARO QUE A DO "BISPO" LHE DEU UM PÉ NA BUNDA; A DITA ESTÁ QUASE JUNTINHO AO LULA E LULINHA .....
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Anderson



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MensagemAssunto: Re: Alguém ´sabe onde está o repórter Boris Casóis?   Seg Maio 05, 2008 5:14 pm

Infelizmente acredito que a Universal se desviou do caminho, deixou de ser centrada em Deus e passou a centrar na política.
As igrejas devem ser politizadas mais devem ter Deus como centro, assim como o as FFAA devem ser politizadas, mas devem ter a defesa da Pátria e da soberania nacional como centro.
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MensagemAssunto: Re: Alguém ´sabe onde está o repórter Boris Casóis?   

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