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 Governo quer reduzir influência militar na sociedade

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Anderson



Número de Mensagens : 203
Idade : 36
Data de inscrição : 24/04/2008

MensagemAssunto: Governo quer reduzir influência militar na sociedade   Seg Maio 26, 2008 8:26 pm

Menos Generais significa menos despesas com soldo, mas TAMBÉM SIGNIFICA menos influência militar na sociedade.
Generais para o público civil são pessoas a quem se deve respeito e atenção.
Quando um general fala saí até na TV.
Reduzindo o número de Generais reduz-se também o número de pessoas com quem o governo tem que "se preocupar" quanto as declarações dadas a sociedade.
Reduz-se o número de miitares que se falassem seriam ouvidos imediatamente.
enfim reduz-se o poder militar nas decisões dos rumos do país.

Enquanto isso as igrejas aumentam em número e em quantidade de fiéis, dominando uma grande parcela da forma de pensar da sociedade.
Enquanto isso o número de acessores dos parlamentares é aumentado.
Enquanto isso a política do "pão e circo" vai ganhando espaço.
Pode ser que chegue o dia em que quem vai "mandar" no país vão ser:
1. Os "apóstolos" fundadores de grandes igrejas como Universal (rede record - bispo Macêdo) e Internacional da Graça de Deus (RIT - rede internacional de televisão - RR Soares);
2. Representantes da Igreja católica com suas organizações como CNBB.
3. Presidentes de convenções como a CBN - convenção batista nacional.
4. Políticos que deêm "pão e diversão" (lembrando a política do pão e circo) aos eleitores.
5. ONGs como as brasileiras CIR e CIMI e a SURVIVAL que foi fundada pelo principe Charles da Inglaterra, todas atuantes na amazônia brasileira.

ALERTA TOTAL

Mangabeira e Jobim preparam plano radical para enxugar as Forças Armadas e renovar os quadros de comando

Com seu estilo 'trator-tecnocrático', Mangabeira é o coordenador do Comitê de Formulação de um Plano Estratégico Nacional de Defesa.
Até setembro deste ano, Mangabeira e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, que preside o grupo de trabalho, esperam propor a mais radical transformação organizacional nas Forças Armadas brasileiras.
Se o plano de Jobim, Mangabeira e Lula for aprovado, muitos Generais de Exército, Almirantes de Esquadra e Tenentes-Brigadeiros-do-ar irão para a reserva mais cedo que o desejado. A previsão é de um corte radical de 70% no número de oficiais generais, principalmente de 'quatro estrelas'. O principal ponto do projeto é um enxugamento das instâncias de decisão e comando.
Exército, Marinha e Aeronáutica passariam por uma renovação profunda em seus quadros de oficiais-generais. Tal 'reengenharia' promete muita polêmica quando for oficializada. Por enquanto, tudo é tratado a sete chaves. Os atuais Altos-Comandos das forças seriam extintos e unificados no Estado Maior do Ministério da Defesa. O novo órgão centralizador de comando e decisão será formado por no máximo três comandantes 'quatro estrelas' de cada força.
Estuda-se também a redução dos Estados-Maiores. Atualmente, cada Alto Comando de cada força tem 15 membros. Hierarquicamente, todos ficariam subordinados diretamente ao titular da pasta da Defesa, que teria poderes de fato não reconhecidos hoje. Acima dele, só o Presidente da República.
A Defesa pretende extinguir os atuais comandos militares nas três forças. Seriam criados apenas cinco novos comandos regionais (Norte, Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Sul). Cada comando seria delegado a um oficial de cada força, no formato de rodízio, dependendo do papel estratégico de cada uma conforme a demanda regional. Além de reduzir a cadeia de comando, a intenção seria incrementar a interoperabilidade entre as Forças Armadas, ampliando o emprego combinado das forças.
A principal intenção dos radicais ideológicos do desgoverno Lula é restringir o poder político do Exército, usando argumentos tecnocráticos para praticar, na verdade, um revanchismo histórico. Cresce no Ministério da Defesa a intenção de que o futuro Comandante do Exército seja um General de Divisão imediatamente promovido a General de Exército. Assim ocorreria uma 'renovação' automática no Alto Comando do EB. Os demais 'quatro estrelas' sairiam mais depressa para a reserva.
O mesmo aconteceria nas outras forças, para neutralizar aquilo que os radicais chamam de 'pensamento antigo, ligado às doutrinas de segurança nacional, nos tempos da guerra fria e do anti-comunismo, que produziram movimentos militares como os de 1964.
O outro alvo nessa direção é a reformulação dos regulamentos militares, alterando o Estatuto dos Militares e os regulamentos disciplinares do Exército, Marinha e Aeronáutica. O argumento é torná-los democráticos' e 'adequados à Constituição em vigor'.
A principal mexida prevista no Plano é a reorganização espacial dos efetivos militares. Já é pública e notória a necessária transferência de unidades dos grandes centros urbanos (principalmente no Rio de Janeiro) para regiões de fronteira - hoje muito mal ocupadas. A proposta é praticamente consensual.
Uma outra idéia em estudo, esta bem mais polêmica, é a permissão do ingresso de mulheres na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), onde hoje só entra aluno 'espada'.
No final das contas, por orientação dos radicais e das forças externas que manobram o chefão-em-comando Lula da Silva, o novo Plano Estratégico Nacional de Defesa atenderá aos objetivos ideológicos do Foro de São Paulo. Também obedecerá e a um velho projeto de 'soberania limitada', formulado na década de 90, nos Estados Unidos, pelo chamado 'Diálogo Interamericano'. Resta saber se o novo plano conseguirá vencer a resistência dos atuais comandantes militares. O chefão Lula aposta que consegue, com a ajuda dos 'tratores' Mangabeira e Jobim.
Data limite

Se tudo correr conforme previsto, as mudanças radicais serão anunciadas por Lula, via Decreto, no dia 7 de setembro de 2008.
Além dos ministros da Defesa e de Assuntos Estratégicos, o comitê que estudará as reformulações na área militar brasileira é integrado pelos três Comandantes das Forças, assessorados cada um deles pelos seus Estados Maiores.
Também é composto pelo Ministro da Fazenda, Ministro do Planejamento e Ministro da Ciência e Tecnologia.

Política de Defesa Nacional
Todo o trabalho obedece ao que ficou determinado no Decreto n.º 5.484, de 30 de junho de 2005, aprovando uma nova Política de Defesa Nacional (PDN) para o Brasil. No decreto, são definidos como objetivos da Defesa Nacional:
I. a garantia da soberania, do patrimônio nacional e da integridade territorial;
II. a defesa dos interesses nacionais e das pessoas, dos bens e dos recursos brasileiros no exterior;
III. a contribuição para a preservação da coesão e unidade nacionais;
IV. a promoção da estabilidade regional;
V. a contribuição para a manutenção da paz e da segurança internacionais; e
VI. a projeção do Brasil no concerto das nações e sua maior inserção em processos decisórios internacionais'.

Aprofundando o assunto amazônia.
Está para surgir uma situação inusitada e absurda no Brasil: caso o princípe Charles chegue a tomar posse do trono inglês, ele ganhará por extensão o comando das maiores reservas indígenas da Amazônia. Paranóia? Não, é fato. Uma ONG, conhecida mundialmente como SURVIVAL Foi fundada pelo principe Charles e, absurdamente, controla com mão de ferro as reservas Ianomamis e da cabeça do cahorro, na fronteira colombiana, que são as maiores reservas do mundo. E não é somente estas duas reservas que são controladas pela ONG do princípe Charles. Em todas as reservas homolagadas e a homologar futuramente tem forte representação da ONG do futuro rei da Inglaterra. É bom ressaltar outro absurdo: nestas reservas, brasileiro não entra e, pior ainda, até o exército foi barrado por esta ONG, em concluio com as ONGs brasileiras CIR e CIMI. As reservas sob controle do futuro rei da inglaterra não permite que qualquer pessoa de nacionalidade sul-americana entre, apenas indivíduos da comunidade européia ou dos EUA. Caso o princípe Charles chegue ao trono na Inglaterra, ele terá em suas mãos o controle (através da Survival) das mais ricas jazidas de urânio, nióbio, ouro, diamantes do mundo, sem contar fontes de água doce, além de indiretamente influir de maneira decisiva sobre o destino político das naçôes indígenas. Outro ponto absurdo é que esta ONG de propriedade do futuro rei da Inglaterra barrou recentemente missionários evangélicos de nacionalidade brasileira. Para isso ela contou com o apoio da CNBB, através das organizaçôes católicas CIR, CIMI e Consolata . Além do atentado à democracia brasileira ao impedirem o livre trânsito de missionários evangélicos de nacionalidade brasileira, esta ONG estrangeira contou com a ajuda da principal instituição religiosa brasileira em suas maquinaçôes contra a soberania de nossa nação: CNBB. Configura com isto um claro caso de traição à pátria brasileira.

Desejo que Deus abençoe a todos e que o Brasil se fortaleça com o apoio de cada um de nós.


Última edição por Anderson em Qua Maio 28, 2008 4:44 pm, editado 3 vez(es)
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Anderson



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MensagemAssunto: Explicando minha posição atual   Seg Maio 26, 2008 8:50 pm

não me entendam mal, sou totalmente cristão e a favor de servir a DEUS.
sou contrário ao que a instituição "igreja" se tornou.
a Bíblia diz que igreja somos nós (o corpo de Cristo)
mas muito stÊm usado a Instituição para manipular as massas.
eu lembro bem quando fazia parte da "Igreja Batista do Ágape".
Naquela época Garotinho, LULA e Serra disputavam a a eleição.
O pastor fez campanha pelo garotinho e meteu o pal no lula, dizendo que ele tinha sido benzido por seguidores do candoblé.
quando foi no segundo turno deu o maior apoio a LULA.
Sempre em todos os cultos ele manipulava o voto dos membros.
Só hoje eu enxergo isso, antes eu o apoiava.

Bem, amo a Jesus e a Deus.
Sirvo à Deus com alegria.
Mas estou decepcionado com a Instituição igreja, seja ela qual for....
é isso
Deus os Abençoe.
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SYLVIO



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MensagemAssunto: Re: Governo quer reduzir influência militar na sociedade   Ter Maio 27, 2008 10:28 pm

Concordo em número, genero e grau com suas afirmações.

Apenas um detalhe, com esses Generais ai o governo não tem com que se preucupar, salvo raras excessões.

Um abraço
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